02 julho 2009

Pregador é rejeitado para assumir um Ministério

Depois de passar anos e anos trabalhando para a obra do Senhor, um pastor de uma igreja pensou em deixar o seu cargo devido a sua idade estar avançada, mas a preocupação era para quem passar o cajado?
Quem poderia substituir este pastor que alcançou o sucesso em sue ministério?
Preocupado, reuniu a igreja e anunciou a sua decisão. Explicou a sua preocupação e deu a oportunidade dos candidatos ao cargo enviarem seu currículo ministerial.
Depois de alguns dias, o pastor recebeu apenas uma carta de um candidato que não era membro da igreja, mas cristão.
Ele reuniu o conselho da igreja para ler a carta e resolver se aquela pessoa serviria para o cargo pastoral.
O pastor que iria deixar o cargo disse: Senhores, eu recebi apenas uma carta e creio que devo ler a vocês o que ela relata sobre o candidato.
A Carta diz o seguinte:
“ Amigos de ministério,Graça e paz
Sabendo que o cargo esta a disposição, mesmo não sendo membro desta igreja, resolvi me candidatar.
Quero falar um pouco do meu ministério a vocês.
A misericórdia de Deus tem sido viva em minha vida. Deus tem usado a minha vida para pregar em diversos lugares não grandes, mas pequenos.
Deus me deu a capacidade de ser escritor, gosto de escrever para os meus amigos sobre a Palavra de Deus.
Tenho 50 anos, mas com muita vontade de fazer a obra do Senhor. Admito que nunca fiquei numa igreja por muito tempo. Certa vez, tive que deixar uma cidade correndo porque a minha pregação causou um grande tumulto.
Tenho que admitir que alguns não gostam do jeito que prego, mas não me preocupo em agradar a ninguém, mas ao meu Senhor.
Deixo claro que sou ex-presidiário, estive na cadeia por alguns anos, não porque as minhas ações foram más, pelo contrário, foi por causa da palavra de Deus, por defender o que creio.
A minha saúde não é muito boa, sou uma pessoa doente, porém, eu consigo trabalhar. Entendo que todos nós, filhos de Deus ou não,podem ficar doentes.
Até agora, eu mesmo tenho trabalhado para sustentar as minhas despesas, embora pequenas. Não acho que o pastor necessita ter uma vida luxuosa, mas o necessário para viver.
As igrejas que tenho pregado são pequenas, não acredito que a igreja deva ser luxuosa e enorme, pois eu mesmo não daria conta em atender a todos os irmãos. Já não é fácil tomar conta de uma igreja com poucos membros, imagine uma igreja enorme!
Acredito que a melhor forma para pregar o evangelho é ter diversas igrejas espalhadas pelo Brasil de vez construir catedrais.
Admito que não tenho interesse em buscar relacionamentos com os grandes líderes religiosos, prefiro passar o meu tempo com os pobres, pessoas que não são importantes para o meio religioso e com aqueles que necessitam do Evangelho.
Eu não gosto de anotar o numero daqueles que batizei, aqueles que aceitaram Jesus como Senhor em minhas pregações. Eu não busco glórias e famas pelos meus títulos, pois eles não passam de trapos perto do que Jesus fez por mim.
Sou um homem que não gosto de vivenciar o passado para me gloriar. Nunca tive um arquivo sobre o que fiz.
Em minhas pregações, não busco agradar a ninguém.
Prego que o cristão, mesmo sendo dizimista ou ofertante, pode passar necessidade. Em nenhum momento das Escrituras Sagradas eu vejo o contrário.
Eu mesmo já passei fome, não tive o que vestir, mesmo fazendo a obra do Senhor. Não posso pregar o que os cristãos querem ouvir, mas aquilo que a palavra de Deus relata.
Se os senhores quiserem me dar à oportunidade de estar à frente do ministério de vocês, vou me esforçar ao máximo para ser benção na vida dos senhores. Desde já, digo que não sou perfeito. As vezes, o bem que quero fazer, eu não consigo, mas o mal que não quero, este faço. Não sou perfeito, sou apenas justificado pelo sangue de Jesus.”
Depois de ler a carta para o conselho da igreja, iniciou uma discussão se este homem era apropriado para ser o futuro pastor do ministério. Demorou apenas alguns minutos para que o veredicto fosse dado.
O conselho foi unânime em sua decisão.
Um dos pastores mais antigos do ministério tomou a palavra e disse:
“Este homem não serve para estar na frente deste ministério. Como um ministério de anos e anos de sucesso vai admitir um pastor que já passou pela cadeia, se o pastor deve ser o exemplo da igreja!
Como é que podemos ter um ex-presidiário como pastor?
E outra, ele é doente! Não podemos admitir uma pessoa doente. Como podemos ter um líder doente?
O nosso líder deve ser saudável e não pode ficar falando de suas incapacidades física para igreja porque muitos irmãos estão buscando a sua cura nas reuniões de oração!
Ter um pastor doente é impossível!
Este ministério não pode ter um pastor que não tenha um bom relacionamento com os lideres que estão em destaque!
Precisamos de um pastor carismático, simpático e que tenha um bom relacionamento com todos. Ele precisa entender que ele não precisa ser tão rígido na Palavra.
Não podemos ter um pastor que ensine que o crente pode passar necessidade mesmo dando o seu dizimo e sua oferta. O pessoal não vai mais dizimar e nem ofertar desta forma!
Pelo que ele disse, ele gosta de igrejas pequenas e o nosso projeto é crescer e construir uma igreja para 10 mil pessoas!
Como vamos conseguir realizar este projeto com ele sendo o nosso pastor?
Certamente ele irá enviar muito dinheiro para os missionários e esquecer da igreja.
Nós precisamos de alguém que seja carismático, maleável, que invista na igreja, que pregue apenas mensagens de vitória, tenha um bom relacionamento com líderes expressivos e que faça o cristão ser ofertante e dizimista a qualquer custo!
Para este conselho, este pedido é um insulto ao nosso ministério.
Não queremos este homem como pastor da nossa igreja e nem de nenhuma das nossas congregações.”
Quando o pastor acabou de falar, um dos integrantes perguntou qual era o nome do candidato.


O pastor pegou a carta e leu: Apóstolo Paulo.

Obs: Não lembro o autor.

22 abril 2009

Perdendo nossa identidade

João 13: 35 `` Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos: Se tiverdes amor uns pelos outros ´´.

Estamos vivendo o que os estudiosos classificam de era pós-moderna e infelizmente todo o seus tentáculos tem seduzido muitos servos de Deus que acabaram sedendo a toda forma de mundanismo. Infelizmente, Igrejas estão cada vez mais aderindo a forma mundanizada e secular em seus cultos e em sua forma de viver. Ensinadores de grande porte, pregadores e cantores que adotam toda filosofia desta presente era, cada vez mais tem influênciado através de meios de comunicações (televisão, rádios, internet, livros e cd´s).
O culto virou Show, pregadores e ensinadores e cantores viraram artistas. Suas pregações foram substituidas por sermões de auto-ajuda, onde o egocentrismo e o antropocentrismo tomam lugar.
O Evangelho que era pregado, onde a Palavra de Deus tinha prioridade e quando essa era pregada causava nos ouvintes transformação, produzia uma fé genuina e o arrependimento era uma coisa natural. Hoje se prega um modismo, onde frases de efeitos são mencionadas tornando o auditório entusiasmado e em uma verdadeira coreografia espiritual se alegram e se sentem comovidos pelas falácias de umm culto mãntrico.

Continua.....

18 fevereiro 2009

Harmatiologia: Uma síntese sobre a Doutrina do Pecado

Introdução:
Um dos mais profundos problemas da Teologia e da filosofia é a existência e a ação do mal. Ao longo da História, o mal tem sido motivo de estudo, pesquisa e discussão, de modo especulativo, mas também de maneira séria.
Etimologia: a palavra Pecado encontra-se mais de oito vezes nas línguas originais do Antigo Testamento, e no Novo Testamento, encontra-se mais de onze vezes.
Mais a palavra mais comum é Harmatia que é traduzido por “errar o alvo”.
Origem do Pecado:
- Na Eternidade: Satanás havia sido criado com toda perfeição (Ez. 28.12-17), mais num dado momento na eternidade, ele se rebela contra o Criador (Is. 14.12-14), e comete o primeiro pecado e consegue corromper alguns anjos, sendo, ele e todos os que lhe deram ouvidos destituídos de sua moradia original.
Na Esfera Terrena: Agora Satanás promove uma sedução ao primeiro casal, e Eva sede aos seus ardis e logo após Adão, tornando-se, eles o primeiro casal a prática do pecado na história humana.

Resultados do Pecado na Esfera Celeste:
O resultado nesta esfera, foi a expulsão tanto de Satanás como dos demais anjos que o acompanharam, causando a eles a perda de sua moradia, santidade e glória.
Resultados do Pecado na Esfera Humana
Nesta esfera, Satanás se torna o agente externo do pecado, e armas seus ardis para tentar o primeiro casal.
Adão e Eva que gozavam de uma perfeita harmonia com Deus, viviam em um lugar perfeito, o Édem, que Deus havia preparado para eles, com toda provisão para suas subsistências.
E é neste ambiente de total provisão que Satanás se manifesta a eles seduzindo-os a pecarem contra Deus.
E através da aceitação desta tentação, ou seja, da sedição ao pecado, várias conseqüências se deram:
1. Rompimento da comunhão com o Criador;
2. Perderam a majestade da glória de Deus em suas vidas;
3. A expulsão do paraíso;
4. A morte passou a ser uma realidade – morte espiritual – morte física;
5. Trabalho dificultoso;
6. A terra recebeu a maldição;
7. A mulher passaria a gerar filhos com dor;

Conclusão
Após a queda de Satanás (no céu) e do homem (no Éden), a raça humana e a própria terra experimentaram as conseqüências funestas do pecado, gerando medo, separação e tantos outros males.
Mas o Senhor nosso Deus já havia preparado um plano de resgates e restauração tanto para o homem como para sua criação: Jesus.

10 fevereiro 2009

Saudade de postar


Que saudade, tanto tempo não posto, devido a tantos compromissos diários.

Espero que eu possa continuar contando com suas visitas.


02 janeiro 2009

Os "Casamentos" do Futuro

- ATENÇÃO: A situação abaixo é inteiramente uma ficção -

Em algum lugar ao redor do mundo, em algum tempo no futuro, um escriturário está cumprindo o seu expediente no balcão de um Cartório de Registro Civil:

“O próximo, por favor.”

“Bom Dia. Nós queremos dar entrada nos papéis para o casamento.”

“Nomes?”

“Pedro da Silva Pereira e João da Silva Pereira.”

“Silva Pereira? Vocês são parentes? Posso ver que se parecem fisicamente.”

“Sim. Somos irmãos.”

“Irmãos? Mas vocês não podem se casar!”

“E por que não? A lei já não contempla o matrimônio de casais do mesmo gênero? Sabemos, inclusive, que muitos têm tido seus registros aqui neste tabelionato.”

“Sim, milhares! Mas nós nunca tivemos casamentos entre irmãos. Isto seria incesto!”

“Incesto? Não! O senhor está equivocado. Nós não somos gays.”

“Não são gays? Então, por que querem se casar?

“Pelos benefícios financeiros, é claro. E, além disso, nós nos amamos, e não temos nenhuma outra pessoa em vista para o casamento.”

“Infelizmente, senhores, nós somente lavramos o registro de casamento de gays e lésbicas para quem a igualdade de proteção legal tem sido negada anteriormente pelas autoridades judiciárias. Se vocês não são gays, podem se casar com mulheres!”

“Um momento! Um homem gay tem todo o direito de casar-se com uma mulher, assim como eu também tenho. Entretanto, simplesmente porque eu sou hetero, não quer dizer que eu queira casar-me com uma mulher. Eu quero me casar com João, meu irmão.”

“E eu quero me casar com Pedro. Este cartório vai nos discriminar simplesmente porque não somos gays?”

Aproxima-se o Oficial do Cartório, e intervém:

“Está bem, está bem! Acalmem-se, senhores. Vamos dar entrada nos papéis e fazer correr os proclamas.”

“Próximo, por favor.”

“Olá. Estamos aqui com o propósito de casarmos.”

“Nomes?”

“Rodrigo Santos, Jane Vilela, Roberto Madureira e Maria do Rosário.”

“E quem vai casar com quem?”

“Todos nós queremos casar uns com os outros.”

“Mas como é isto? Vocês são quatro pessoas!”

“Sim, está certo. Mas, veja, somos os quatro bissexuais. Eu amo a Jane e ao Roberto, Jane ama a mim e a Maria, Maria ama o Roberto e a Jane, e Roberto ama Maria e a mim. Se todos nos casarmos será a única maneira em que poderemos expressar nossas preferências sexuais em um relacionamento matrimonial.”

“Senhores, infelizmente só procedemos o registro de casamento para casais de lésbicas e gays.”

“Mas isto é uma discriminação contra as pessoas bissexuais? Por que não podemos nos casar?”

“Infelizmente é assim mesmo, senhores. Bem... a idéia tradicional do casamento é apenas para casais.”

“E desde quando vocês se regulam e se determinam pela tradição?”

“Bem, o que quero dizer é que a gente tem que estabelecer o limite em algum lugar.”

“De acordo com quem? Não existe uma razão lógica para se limitar o casamento a um casal. Quanto mais, melhor! Além disso, nós reivindicamos os nossos direitos! As nossas autoridades afirmam que a Constituição garante igualdade e proteção legal a todos os cidadãos. O senhor queira, por gentileza, fazer correr os nossos papéis para o casamento!”

O Oficial do Cartório, agora mais atento, aproxima-se novamente, e arremata:

“Está bem, está bem! Será feito, senhores. Fiquem tranqüilos! Aceitam um cafezinho?”

O escriturário, sentindo-se constrangido, e de cabeça baixa e olhos pregados nos papéis, prossegue:

“O próximo, por favor.”

“Nomes?”

“Daniel Costa e Paulo Ricardo Gonçalves”

“Até que enfim um casal normal...!”

“Idades?”

“Daniel , 48 anos, e Paulo Ricardo, 13 anos”.

O escriturário levanta a cabeça e ajeita os óculos.

“Mas isto não é possível, senhor. Este menino é só um adolescente!”

“E qual o problema?”

“Bom...”

O escriturário olha para o Oficial, como a pedir socorro.

“O casamento produz a emancipação do menor, senhor. Já não é assim nos casamentos de heterossexuais?"

“O menor trouxe a assinatura dos pais ou responsáveis?”

“E é preciso?! Não basta apresentar as testemunhas? Elas estão assentadas ali...”

O escriturário já tem o pescoço meio virado para a mesa do Oficial, enquanto Daniel, à frente, repousa o seu braço sobre os ombros de Paulo Ricardo, que está igualmente expectante pela resposta.

“Por favor, dirijam-se àquela extremidade do balcão e resolvam este caso com aquele senhor lá adiante...”

“Próximo”.

“Nome?”

“Davi Januário Assunção.”

“E o outro homem?”

“Sou somente eu. Eu quero me casar comigo mesmo.”

“Casar-se consigo mesmo? O que você quer dizer com isto? Está maluco?”

“Bem, meu analista disse que eu tenho dupla personalidade. Então, quero casar as duas personalidades. Talvez, desta maneira, eu possa fazer uma declaração conjunta de Imposto de Renda e aumentar a minha restituição.”

A esta altura, foi o escriturário que quase teve um surto psicótico, e extravasou:

“Chega! Eu desisto!! Vocês estão fazendo pouco caso do casamento!!”

E, confuso, ele já não sabia mais se poderia oferecer alguma definição do que seja casamento... Aproveitou, e pediu ao Davi::

“Você pode me indicar o seu analista?... Aliás, vocês... xiii”.

"Mais tarde! Pois a fila continua imensa e crescente, e sabe-se lá o que ainda vem por aí."

Como foi dito, a situação acima é inteiramente ficcional ou fictícia. Entretanto, talvez alguém se pergunte: "E isto poderia tornar-se realidade?" O que você acha?

(Texto escrito a partir de uma estória que me chegou por e-mail.

O texto reproduz algumas partes da estória.)
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