14 abril 2010

Solenes Advertências Pastorais

Disciplina: No grego é Paideuõ, denota primariamente “ Treinar Crianças”, sugerindo a ampla idéia de educação (pais, criança), ocorre em At 7: 22; 22:3 – Tt 2:12, ensinando, que diz respeito a um treinamento gracioso e firme; graça.

Visões e Revelações do Senhor

Introdução:

Diversos vocábulos são traduzidos por céu pelos eruditos, no que diz respeito ao céu (singular), e aos céus (plural), porém, os únicos que realmente são mais importantes são o hebraico “Shãmaym” e o grego “Ouranos”.
Dentro da Bíblia, céu é uma palavra que tem, pelo menos, três significados gerais e diferentes:

1 – É mencionado em Gênesis como espaço aéreo em que as aves podem voar (Gn 1. 26 – 2: 19 – 20);
2 – Ainda o Livro de Gênesis fala do céu como o firmamento dos luzeiros e das estrelas (Gn 1: 14 – 17);
3 – A palavra céu é também usada para se referir ao céu de glória divina, chamado por Salomão “céu dos céus” (1 Rs 8: 27; Sl 115: 16), ou “terceiro céu” na expressão de Paulo, provavelmente tendo em vista os dois primeiros tipos acima referidos.
O termo Ouranos que freguentemente é mais usado no singular, teve sua origem no grego de Homero, com o significado de Abóboda Celestial ou Firmamento. Para os escritores sagradas, especialmente aqueles relacionados com a poesia, o céu era retratado da seguinte maneira:

1º. Com janelas (Gn 7:11; 2 Rs 7: 2);
2º. Descansando sobre pilares (Jó 26: 11);
3º. Repousando sobre alicerces (2 Sm 22: 8);
4º. É como uma tenda armada (Sl 104: 2; Is 40: 22; 44: 24);
5º. É como um rolo desenrolado (Is 34: 4) e poder ser rasgado (Is 64: 1 etc).
No Antigo Testamento (LXX), o termo “ouranos” ocorre por 667 vezes sempre como tradução de “shã, ayim” forma plural que ocorre por 51 vezes. Já em o Novo Testamento, “ouranos” ocorre 272 vezes.

Figuras Bíblicas do Céu

1 – Seio de Abraão: essa é talvez, uma das mais antigas figuras usadas pela teologia judaica para representação do céu. Estar no seio de Abraão, portanto, quer dizer estar guardado, protegido e para sempre consolado, como foi o caso de Lázaro, que segundo Jesus, morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão (Lc 16: 22).
2 – Paraíso: No Jardim do Éden, de onde foram expulsos Adão e Eva, estão as raízes histórico-teológicas da crença no céu sob a figura de um paraíso. E não somente raízes teológicas, mas pode-se mesmo dizer, raízes psicológicas, porque, após o ser humano ter sido colocado fora desse paraíso, passou então a viver uma espécie de nostalgia do Éden e a sentir nas profundezas do seu ser uma Edentropia, ou Paradeisotropia, significando isto atração por um paraíso. O Jardim edênico, em que viveram nossos primeiros pais, era uma representação do paraíso celestial, realidade constatada pelo apóstolo Paulo, quando fala de um arrebatamento ao céu.
3 – Tabernáculo: O Tabernáculo era como que o templo provisório, enquanto que o templo seria o Tabernáculo definitivo. Mas o Tabernáculo não era somente um abrigo para os Israelitas; era ele o centro de comunhão de Deus com seu povo. Quandto o Tabernáculo celestial, não será somente o recinto que o povo irá ocupar em momentos de comunhão com Deus; será sim, a constante habitação de Deus com os homens. Note-se, pois, o que se acha escrito na revelação: Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens, Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. (Ap 21: 3).

Visões, Revelações e Sonhos Espirituais ou Sobrenaturais

É interessante num primeiro momento fazer algumas considerações acerca dos termos "revelações, visões ou sonhos" numa perspectiva evangélica pentecostal.
Os referidos fenômenos dizem respeito a percepção extrasensorial (não dependem dos sentidos naturais da visão, do tato, da audição, do olfato ou do paladar) de imagens relacionadas com acontecimentos no presente mundo (Gn 37.5-10; Dn 2.36-49; Dn 7.1-28 ss) ou no porvir (Ap 20, 21, 22 ss), manifestas mediante o poder e a vontade Deus.
As revelações podem acontecer em estado de vígilia ou dormindo. Quando em estado de vigília, as revelações são geralemente chamadas de "visões espirituais, sobrenaturais ou proféticas". Quando durante o sono, são designadas geralmente de "sonhos espirituais, sobrenaturais ou proféticos."
Estes fenômenos espirituais podem estar relacionados com a vida de um indivíduo (At 27.23-25) com uma nação (Jr 1.13-16), com toda a humanidade (Dn 2), com a igreja (At 16.6-10; Ap 1.9-3.22), etc.

Alguns Exemplos Bíblicos de Revelações, Visões e Sonhos
No Antigo Testamento:

- Gn 28.10-17 (Jacó)
- Êx 3.1- 4.16 (Moisés)
- Is 6.1-6 (Isaías)
- Jr 1.11-19 (Jeremias)
- Ez 1.1 (Ezequiel)
- Dn 7.1 (Daniel)
No Novo Testamento:
- Mt 1.18-24 (José)
- At 7.55-56 (Estevão)
- At 9.10-16 (Ananias)
- At 10.9-20 (Pedro)
- At 16.6-10 (Paulo)
- Ap 1.9-20 (João)

07 abril 2010

Venha Sobre Vós de Improviso Aquele Dia







Jesus em Lucas 21: 34 termina sua mensagem profética, admoestando seus discípulos para não se deixarem dominar pelos prazeres e cuidados deste mundo, pois do contrário, estarão despreparados para sua vinda.
Estamos convivendo nestes dias, tantas manifestações da vinda de Jesus, que não há como estarmos despreparados. Para muitos a vinda de Jesus é uma utopía, um sonho, um conto, mas, para aqueles que preservão o santo temor no coração, é uma realidade presente. O Evangelho tem sido pregado, por mais que seja pregado junto com um outro evangelho, mais ele tem sido anunciado. Nestes dias, onde a natureza mais uma vez se manifestou, contemplamos calamidades, tragédias, mortes. O Deus dos céus está irado com essa geração que tenta usurpar sua glória, ser semelhante a Ele, desprezando toda a sua soberania. Mais mesmo assim, Ele continua dizendo "Vinde a Mim". Que nós possamos de alguma forma, usar todas essas calamidades para anunciarmos a vinda do Filho do Homem.

06 abril 2010

Os Sinais cada vez mais forte da Vinda de Jesus






O Rio de Janeiro hoje acordou debaixo de inúmeras calamidades, causadas pela chuva que cai desde segunda - feira. Foram, mortes, desabamentos, alagamentos, e tantas outras tragédias causadas pela intensa chuva.Estamos vivendo uma série de sinais que apontam para a vinda de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. O descaso das autoridades, a inversão de valores (valoriza-se mais objetos e bens patrimoniais do que pessoas, é o amor do ser humano cada vez mais sendo estinto. As autoridades só pensam em projeção ao cenário mundial, estamos na geração 2016, onde o único sentimento é de demonstrar capacidade politica, social, economica e de segurança, pois , o único objetivo é ganhar a credibilidade mundial. Tudo em nome do deus do descaso, do deus da desvalorização ao próximo. Enquanto isso, no Brasil, e agora especificamente, aqui no Rio de Janeiro, pessoas morrem, ficam desabrigadas, porque a política de habitação não funciona e nem é do interrese de muitos políticos. Nós como Igreja do Senhor, devemos estar em prontidão, porque não falta mais nada, tudo já foi predito e todos os sinais da Vinda de Jesus já se cumpriram. A qualquer instante, Jesus estará retornando para buscar sua Igreja. estejamos prontos.

29 março 2010

Solenes Advertências Pastorais

Disciplina: No grego é Paideuõ, denota primariamente “ Treinar Crianças”, sugerindo a ampla idéia de educação (pais, criança), ocorre em At 7: 22; 22:3 – Tt 2:12, ensinando, que diz respeito a um treinamento gracioso e firme; graça. Que traz salvação emprega meios para nos dar plena possessão dela, por conseguinte, “castigar, punir”, sendo parte do treinamento, quer (a) corrigindo com palavras, reprovando e admoestando (1 Tm 1:20; 2 Tm 2: 25), ou (b) “castigando” pela imposição de males e calamidades (1 Co 11: 32; 2 Co 6: 9; Hb 12: 6, 7, 10; Ap 3: 19). O verbo também tem o significado de “castigar com socos, açoitar, dito acerca do comando de um juiz (Lc 23: 16, 22).

O substantivo é “Paideia” que denota o treinamento de uma criança, inclusive instrução, por conseguinte, disciplina, correção (Ef 6: 4), sugerindo a disciplina cristã que regula o caráter (Hb 12: 5, 7, 8; 2 Tm 3: 16).

A disciplina quando consciente, aplicada com amor e misericórdia, visa à correção do crente em pecado e daquele que já se desviou da verdade. Repousa aqui grande responsabilidade diante de Deus sobre os obreiros que lidam com a disciplina das ovelhas do Senhor, para que não sejam vingativos, individualistas, e preconceituosos contra quem quer que seja, sabemos que temos um Senhor no céu, que é o Sumo Pastor, perante quem havemos de comparecer no dia do Tribunal de Cristo, após o arrebatamento da Igreja. Muitos ficarão envergonhados naquele dia quando suas obras forem pesadas na balança de Deus por causa da sua má administração, ou abuso da autoridade na disciplina da Igreja, ou achado como irmão responsável neste particular, tendo ignorado esta parte enquanto dirigia a Igreja ou congregação do Senhor aqui na terra (1 João 2: 28).

Razões da Disciplina na Igreja

1 - O exemplo do Antigo Testamento (1 Co 10: 6 – 10): No Pentateuco, quando Deus através de Moisés estabeleceu os princípios de fé e de conduta do Seu povo, incluiu uma abundância de instruções sobre a disciplina em todas a situações em que um judeu se encontrasse: em casa, na cidade, em viagem, no campo, no estrangeiro, na paz, na guerra, nos negócios, na vida amorosa, na vida doméstica, no tabernáculo, no culto etc. Os desobedientes eram disciplinados com diferentes penalidades, dependendo do tipo e do grau de infração cometida contra a lei.

2 - A habitação de Deus na Igreja (Ef 2: 22): A Igreja é no presente a habitação de Deus aqui na terra. Se a Igreja não preservar a sã doutrina do Senhor, ela se afastará Del, como ocorria com Israel sempre que tolerava o pecado. O profeta Ezequiel viu a glória de Deus se retirando do templo de Deus se retirando do templo e de Jerusalém por causa das impiedades cometidas pelo povo de Deus (Ez 11: 23; 12: 12).

3 – O Ensino de Jesus sobre o assunto (Mt 18: 15 – 20): Aqui Jesus ensinou sobre a disciplina na Igreja no caso de um irmão faltoso. Ele deixou bem claro que nossa primeira preocupação para com o faltoso deve ser a de ganhá-lo e não a de perdê-lo. Quando diferente vemos acontecer em muitos lugares onde prevalece a arrogância, prepotência e grosseria,frutos da má educação, os quais são confundidos com a necessária e verdadeira disciplina bíblica aplicada com amor, misericórdia e sem paixões.

A Aplicação da Disciplina

1 – O sentido do termo disciplina (Hb 12:7): Devido a disciplina cristã ser mal aplicada na Igreja ela passou a ter um sentido negativo e repulsivo, quando devia ser o inverso. Disciplina vem da mesma palavra que originou discípulo e aprendiz. O alvo da verdadeira disciplina é então ajudar o crente a ser um bom discípulo de Jesus deve ser amigo da disciplina.
A aplicação pode ser em forma de advertência pessoal (Mt 18: 15); visitação acompanhada (1 Co: 4: 19 – 21)advertência pública (1 Tm 5: 20); comunicação escrita (2 Co 7: 8 – 10) exortação pessoal (Gl 6: 1)suspensão (2 Ts 3: 14, 15; Tt 3:10); exclusão do rol de membros (Mt 12: 17b): “Considera-o como gentil e publicano”. Nesse caso o ato de exclusão da Igreja é apenas uma expressão visível daquilo que o Senhor da Igreja já fez.

2 – O objetivo principal da disciplina cristã: Deve ser o de ganhar o faltoso e não perdê-lo, ignorando-o e tornando-se indiferente para com ele. Um membro do nosso corpo sob infeccção, se não for tratado, afetará imediatamente todos os demais. O objetivo da disciplina não é remover alguém da Igreja pela exclusão. A disciplina eclesiástica envolve todo o tipo de atividades e providências destinadas a corrigir a pessoa em falta com a doutrina, com seus irmãos e com Deus.

A Atitude da Igreja para com os Disciplinados

Sempre que for possível, a pessoa disciplinada ou desviada deve ser visitada e procurasa visando-se a sua restauração espiritual. A disciplina bíblica quando aplicada segundo o espírito de Cristo não se destina a empurrar a pessoa para o inferno, e sim livrá-la de lá (se essa pessoa entrar pelo caminho do arrependimento, do abandono do pecado, e do perdão da Igreja (2 Ts 3: 15).


Bibliologia:
Bíblia de Estudo Pentecostal;
Bíblia de Estudo Shedd;
Bíblia de Estudo Dake;
Dicionário Vine - Cpad;
Revista de Ebd - edições Cpad.
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